O jornal EM TEMPO, de hoje, traz a notícia de que R$ 200 milhões serão pagos aos pescadores artesanais para NÃO
pescar determinadas espécies. Entendo que é justo, mas continuo perguntando: E OS AGRICULTORES FAMILIARES
que nas grandes enchentes tem as terras alagadas e não podem produzir, ou seja, ficam sem alimentos para comer
e para vender? Nem todos são pescadores e, em alguns casos, sequer recebem qualquer apoio dos governos. A implementação do SEGURO VÁRZEA (este é o nome que defendo, mas pode ser outro) é justo e urgente. Esses
AGRICULTORES FAMILIARES também deveriam receber quatro parcelas mensais no valor de um salário mínimo.
Nesse caso, não precisaria de RANCHO, nem CRÉDITO EMERGENCIAL. Seria mais rápido, transparente e eficaz.
Lembro que este assunto já foi pautado com a equipe da presidenta DILMA e por muito pouco não foi implementado
no Plano de Combate à Extrema Pobreza. Foi retirado para maiores discussões em decorrência de argumentações do Nordeste de que também teriam direito ao seguro SECA. Portanto, fica o ALERTA para que
a SOCIEDADE CIVIL e PODER POLÍTICO do AM conheça o assunto e volte a reivindicar. |
Nenhum comentário:
Postar um comentário