Acredito que essa reunião com o ministro Blairo Maggi possa ajudar o Amazonas a superar os graves gargalos que enfrenta a cadeia produtiva do QUEIJO ARTESANAL em nosso estado, principalmente em AUTAZES. O fato do queijo artesanal brasileiro ter recebido prêmio na FRANÇA, e não poder ser comercializado no Brasil chamou atenção do ministro Blairo Maggi. É que a fazenda de onde saiu o queijo do Brasil (Minas Gerais) ainda não tem registro no SISBI, portanto, não pode vender internamente. Enfim, o ministro prometeu interferir para agilizar a "flexibilização" e "regulamentação" para que o queijo artesanal brasileiro, que foi premiado na França, possa ser comercializado no Brasil. De fato, é estranho, tem algo errado, um queijo ser premiado lá fora, e não poder ser vendido no Brasil.
No Amazonas, a cadeia do queijo artesanal passou por uma operação do MAPA/SFA/AM, e desde então vem sendo realizado várias encontros para discutir esse tema. A FAEA comprou essa briga, e tem como parceiros a própria SFA, ADAF, IDAM, AFEAM e SEPROR, mas pelo que se observa os avanços são pontuais.
Além disso, o tipo de queijo apreendido pela SFA/MAPA continua sendo produzido e vendido livremente nas feiras de Manaus. Já aprendi que isso existe por um competência na fiscalização, mas tá errado, deve ser corrigido, já que o motivo principal é a segurança alimentar do consumidor.
Tenho sempre dito que continuamos atirando para todos os lados sem tornar modelo de sucesso nenhuma cadeia produtiva em nosso estado.
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