| As manifestações em grupos de whatsapp mostram, claramente, que o clima anda bastante tenso na estrutura do IDAM. Isso não é bom, e não pode acontecer no órgão mais importante e estratégico da esfera estadual, e que reúne todas as condições para fazer com que o Amazonas volte a ter uma economia forte. A origem dessa turbulência decorre dos inúmeros entra e sai no Sistema SEPROR e, com isso, a necessidade de empregar pessoas de confiança (até certo ponto natural se tiver capacidade técnica) e aliados políticos totalmente desvinculados do setor (isso não pode). Há anos venho defendendo a definição de critérios para a ocupação de cargos no Sistema SEPROR, em especial no IDAM e ADAF, mas ainda não entrou em pauta na "Compensa". Pelo que sei, exonerações e nomeações são proibidas em momento pré e pós eleitoral, mas parece que vem ocorrendo. Estamos diante de um governo interino, que até vem realizando ações interessantes ao setor primário (pagamento da subvenção), mas vem abusando na insistência em empregar aliados políticos. E o IDAM, órgão extremamente técnico, vem sofrendo com esse clima. No próximo dia 02 de outubro teremos novo governador, e não é prudente criar toda essa instabilidade no IDAM. Acredito que o Massami e o Dedei, que já devem estar ciente de tudo, vão adotar providências para devolver ao IDAM a tranquilidade necessária para o desenvolvimento das nobres missões do órgão. Contudo, se a situação permitir, o caminho será o MP-AM para apurar possíveis irregularidades que estão sendo divulgadas. Concurso público e a definição de critérios claros para ocupar os cargos existentes no IDAM são caminhos imediatos que o setor deve adotar e exigir do novo governador. |
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