Acredito que o recurso da PEC aprovada recentemente na ALEAM só entre no "caixa" do Sistema SEPROR a partir do próximo ano, ou seja, com o Amazonino reeleito ou um novo governador. Só em outubro saberemos, contudo, é evidente que ocupar esse prédio da ULBRA ficou mais atraente e algumas medidas precisam ser adotadas pelos atores envolvidos e comprometidos com o setor primário para que, de fato, esses milhões cheguem aos servidores do SISTEMA, ao interior, ao produtor rural, e aos 49,2% que vivem na pobreza em nosso estado, segundo o IBGE. De forma bem simples e objetiva, destaco, na ordem, algumas medidas:
1) Regularizar a situação dos atuais servidores;
2) Realização do CONCURSO PÚBLICO;
3) Pegar tudo que já está disponível em termos de necessidade do setor consolidando em único documento denominado, no meu ponto de vista, de pontos "convergentes e divergentes". Nesse documento todas as ideias para o desenvolvimento do setor primário estariam registradas com destaque para os "convergentes" que, logicamente, são muitos, e que seriam os prioritários para a próxima gestão na "Compensa";
4) De posse desse documento, é importante que o setor primário articule novo debate entre os candidatos a governador em outubro próximo nos moldes do realizado pela FAEA e OCB em 2014. Essa é uma forma necessária de "Pressão", mostrar que estamos vivos, atentos, ligados, exigentes e que não aceitamos mais ser usados para fins eleitoreiros;
5) Cobrar, claramente, de todos os candidatos quais os programas e políticas que serão implementados;
6) Cobrar, claramente, critérios para nomeações de todos os cargos do Sistema SEPROR (SEPROR, ADS, IDAM, ADAF). Isso é de extrema importância, pois estamos falando de quase 400 milhões no cofre do Sistema SEPROR;
Tem muito mais coisa, mas fico por aqui! |
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