| Desde os tempos em que a FAEA era presidida pelo Dr. Eurípedes Lins, e tinha o Muni como vice-presidente, as potencialidades regionais do setor primário sempre foram defendidas. Todos os produtos, incluindo os citados nessa boa matéria do JC (castanha e fibras), sempre foram arduamente defendidos. Os governadores não quiseram ouvir, focaram no PIM/ZFM por razões que conhecemos. É triste, mas é a verdade! Felizmente, em 2003, o governador eleito Eduardo Braga ouviu o apelo da FAEA e recriou a SEPROR, pois nem secretaria de produção tínhamos naquela altura. A matéria do JC fala em "reinvenção" e toca na criação de um grupo de trabalho, com as presenças do TCU, CGU e CONAB, para viabilizar a compra de sacaria biodegradável para uso no estoque público, ou seja, compra de sacaria de juta e malva para ensacar o milho do Vendas em Balcão. A ideia, segundo o presidente da FAEA e da Câmara Setorial de Fibras Naturais do MAPA, Muni Lourenço, é a Conab lançar um edital piloto só para comprar o estoque necessário para uso no Amazonas. Aliás, é isso que defendemos há 5 anos. Só assim saberemos se haverá fornecedores e o preço, mas não lançar o edital piloto "achando" que as indústrias não tem capacidade de fornecimento é inaceitável. Fiquei sabendo que o Ivo Naves, ex-Conab, e atual consultor da CSNF, fez uma belíssima defesa das compras sustentáveis. Eu já sabia disso, pois sei de sua competência e responsabilidade. Penso que agora vai... Veja, abaixo, matéria no site da JORNAL DO COMMERCIO/AM http://jcam.com.br/noticia-detalhe.asp?n=48640 |
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Será que agora vai? Eu ainda acredito!
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