| Esse é o documento que alguns servidores do IDAM estão recebendo e que está desestabilizando as atividades do órgão comprometendo as metas e ações. Pelo que sei, o contrato de gestão com a AADES encerra em setembro de 2018, portanto, se essa convocação, ESPERO QUE NÃO, for pra informar a demissão, sem uma clara justificativa, entendo que é uma QUEBRA DE CONTRATO, é um absurdo, é inaceitável, principalmente por sabermos que no dia 2 de outubro já teremos um novo governador. Segundo informações, as substituições não estão seguindo as regras estabelecidas. Vamos acompanhar, esperando que o Dedei e o Massami Miki adotem procedimentos que evitem demissões desnecessárias e intempestivas. Assim como já questionei na postagem anterior, ratifico meu entendimento sobre a proibição de exonerações, nomeações e transferências em momentos pré e pós eleitoral. Tenho sido contra essas contratações temporárias, e essas situações reforçam, ainda mais, que isso não pode continuar acontecendo principalmente em órgão público ligado ao campo, no setor primário, por razões óbvias. CONCURSO JÁ! É o que penso e defendo! |
Essa é a velha política Thomaz. Exonerado gente que trabalha e presta serviços relevantes à nossa sociedade, abrindo espaço para apadrinhados que muitas vezes nem aparecem no trabalho. O Estado do Amazonas tem mais "assessores" do que toda Alemanha. Pode isso Professor?
ResponderExcluirSentimos sua ausência ontem lá no Da Vinci.
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