A notícia abaixo está no site do Ministério da Agricultura. O lado bom é que o preço de R$ 0,55 kg está mantido até o final do ano, mas discordo das diferenças nos limites de aquisição entre as regiões Norte e Nordeste com os fixados para o Sul, Sudeste e Centro Oeste. São 10 toneladas mês para os criadores do N e NE, mas 14 t para os do Sul, Sudeste e Centro Oeste. Tinha que ser IGUAL. O que diz a Associação Amazonense dos Avicultores? O que diz a SEPROR? Embora reconheça que a expressiva maioria dos nossos criadores tem demanda mês menor do que 10 toneladas, mas temos criadores de médio porte com demanda superior a 10 toneladas que não tem capital suficiente para entrar em leilão ou comprar diretamente dos produtores de Mato Grosso. Aqui não temos produção de milho, preservamos 97% da floresta ao mundo, mas precisamos de um tratamento diferenciado para que os 49,2% que vivem na pobreza possam comer OVOS e CARNES com menor preço. E a ração é primordial para baixar esse preço. Liberam 14 t para estados que tem a produção de milho no "quintal" dos criadores rurais. Assim fica mais fácil melhor o IDH e os índices de insegurança alimentar e nutricional. Com a palavra a ALEAM? Com a palavra a BANCADA FEDERAL? |
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