quinta-feira, 12 de abril de 2018

Aparecido destaca os R$ 68 milhões do PREME em entrevista ao JACK

Nesta quinta (12), foi o secretário Aparecido o entrevistado do JACK/Portal do Holanda. A íntegra está disponível no link https://www.facebook.com/hashtag/jackentrevista?source=embed
É inegável que em seis meses o governo Amazonino fez muito mais que os anteriores, e nessa entrevista o secretário destaca essas conquistas. Anotei vários pontos desse boa entrevista com o JACK, e ao longo dos próximos dias vou fazer algumas considerações, contribuições para novos avanços, novas conquistas. A primeira delas é com relação ao PREME. O secretário destacou o aumento no orçamento do PREME de R$ 30 pra R$ 68 milhões. Também disse que o número de produtores cadastrados passou de 300 para 600. Complementou dizendo que o preço atende o produtor. Ótimas notícias, mas sugiro ao secretário Aparecido que, de fato, acompanhe e faça chegar esses R$ 68 milhões no bolso do produtor rural cadastrado. Alguns meses atrás, na condição de secretário executivo do Fórum de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, acompanhando o MP e MPF, que coordenam o FÓRUM, ouvi o relato preocupante do próprio governador Amazonino quanto ao andamento do PREME. Então, diante do pensamento do governador, o secretário Aparecido teria que comandar essas quotas do PREME para que realmente chegue aos 600 produtores cadastrados diretamente, ou através de associações e cooperativas, mas não de agroindústrias e frigoríficos privados. Estes (agroindústrias e frigoríficos privados) deveriam fornecer por meio de licitação, e não pelo PREME. Isso tá errado, penso eu! Um dado para reflexão: Temos 275 mil AF no AM, e apenas 600 cadastrados no PREME. Isso equivale a tão somente 0,3% do total de produtores do AM que poderão ser beneficiados pelo PREME, se o secretário acompanhar. Portanto, se esses 68 milhões forem, realmente, para o bolso dos 600 cadastrados teremos R$ 113 mil por produtor/ano.  
Parabéns ao JACK, ao Portal do Holanda por dar visibilidade ao setor primário do Amazonas, pois é a única saída para o nosso estado sair da crise.



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