| A capilaridade dos agentes financeiros foi tema da reunião de hoje do CEDRS. Sempre respeitei o profissionalismo do Joaquim, representante do BASA, pois sempre acompanhei seus posicionamentos objetivos, coerentes e verdadeiros. E hoje, não foi diferente, ao declarar que o " ...ribeirinho, esse sim merece de maior presença de agentes financeiros...". Joaquim foi ainda mais claro ao afirmar que o aumento do número de agências no interior deve ser iniciativa da classe política do AM. É isso mesmo Joaquim, seu banco faz um grande trabalho com a atual estrutura, mas, diferente de vc, alguns gestores do BASA insistem em dizer que PÓLOS e AÇÃO ITINERANTE resolvem a vida do homem do campo. Puro engano e enrolação. O Sérgio, do BB, deixou claro que diferente do que foi informado em 2012, o Banco Postal não vai operar o credito rural. pelo menos por enquanto. Confesso que senti firmeza também no Sérgio, foi franco, direto e não é de empurrar a realidade para debaixo do tapete.
Diante do que foi dito pelo BB e BASA; ciente de que temos mais de 40 municípios sem bancos que operem o crédito rural; que o credito especial tá levando mais de um ano para chegar ao produtor rural e, que, em determinados municípios somente 30% dos atingidos foram beneficiados, espero que a direção do CEDRS encaminhe ao governador OMAR e todos os parlamentares a ATA dessa reunião, caso contrário, não adianta mais discutir nenhum tema. O Valdenor, da Ceplac, disse que tem produtor que acessa o crédito em Borba e tem que vir até Manaus para pagar as parcelas. O Petrucio, da OCB, defende que as cooperativas de crédito podem ser uma saída para o AM, e que em Rondônia já tem avanços significativos nessa ramo.
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário