" O Amazonas precisa lutar para ter bancos oficiais em todos os municípios (BB ou BASA) para que o crédito do Pronaf chegue ao bolso do produtor rural; pelo Seguro Várzea; por culturas agrícolas com Portarias do MAPA/Zoneamento Agrícola; pelo jaraqui na PGPM; por armazém frigorífico público e, ainda, que as estruturas de governo ligadas ao setor rural sejam compatíveis com a nossa realidade continental. Sem esses avanços, apesar dos atuais esforços, continuaremos dependendo do PIM por longos anos". Thomaz Meirelles





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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

PGPMBio tem novos preços mínimos

Publicados novos preços mínimos para produtos da sociobiodiversidade



Borracha (R$ 3,91 kg) - Açaí (R$ 0,90 kg) - Piaçava (R$ 1,31 kg)


Os novos preços mínimos para os produtos da sociobiodiversidade da safra 2012/2013 foram publicados esta semana no Diário Oficial da União, na Portaria Mapa nº 701, de 30 de julho de 2012. Açaí, babaçu, baru, borracha natural extrativa, castanha do Brasil, castanha de carnaúba, mangaba, piaçava (fibra), pequi, pó cerífero e umbu foram os produtos com preços reajustados.

Desde o início da PGPM-Bio, em 2009, foram executados, com o apoio da Conab, cerca de R$ 7 milhões em subvenções para amêndoa de babaçu, borracha natural extrativista, castanha do Brasil, fibra de piaçava e fruto do pequi, beneficiando um total de 29.970 famílias nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Piauí, e Rondônia.

"É fundamental destacar que as comunidades beneficiadas encontram-se, em sua maioria, em situação de pobreza, sem acesso aos serviços públicos básicos, portanto, os impactos das ações implementadas são bem mais elevados do que o representado pelo montante de recursos aplicados", observa a gerente de Produtos da Sociobiodiversidade da Conab, Ianelli Loureiro.

O superintendente de Gestão da Oferta da Conab, Carlos Eduardo Cruz Tavares, explica que a Companhia tem como meta elevar o número de produtos, de modo a atender, com pelo menos quatro espécies, cada unidade de conservação (flona e resex), elevando a renda dos extrativistas e criando um polo de consolidação de cargas, que, no futuro, se transformará em um centro de comercialização. (Comunicação Social/Conab)




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