quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Extrativistas terão R$ 120 milhões para subvenção nos próximos anos

A piaçava é um dos produtos amparados pela PGPM da sociobiodiversidade já com pagamentos efetuados a alguns extrativistas de Barcelos. Cacau (o mais novo integrante), castanha do Brasil, borracha e açaí estão entre os produtos constantes da lista.


    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai dispor, para os próximos três anos, de mais recursos para pagar a subvenção a extrativistas de produtos da sociobiodiversidade, aqueles extraídos das florestas. O grupo gestor da Política PGPM-Bio, formado pelos ministérios do Meio Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Fazenda, Planejamento e a Conab, aprovou R$ 30 milhões para 2014, R$ 40 milhões para 2015 e R$ 50 milhões para o de 2016, totalizando R$ 120 milhões.
    Com isto, famílias que vivem da extração de produtos das matas da Amazônia, do Cerrado e de áreas do Nordeste, por exemplo, como as quebradeiras de coco, catadores de açaí, mangaba e outros receberão mais recursos para garantir suas rendas e manter o bioma natural.
    Outras pessoas poderão também se beneficiar do programa. Está prevista a participação de novos produtos, como bacuri, buriti, erva-mate, fava d'antas, licuri, macaúba, maracujá do mato, murici, murumuru, pinhão e pirarucu de manejo, encontradas nessas e outras regiões brasileiras. 
    Em 2013, foram pagos em subvenções mais de R$ 4,5 milhões a 9.508 famílias de extrativistas de muitos estados. A coleta chegou a 9.247 toneladas de produtos como açaí, babaçu, borracha natural, castanha-do-brasil, pequi e piaçava. Já de 2009, início do programa, até hoje, foram pagos R$ 15,1 milhões a 46.082 extrativistas e adquiridas 26.465 toneladas de produtos.  (Raimundo Estevam/Conab)

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